Álbum esquecido nos labirintos do tempo pelo seu próprio autor, que se tornou um conhecido músico pop na Suécia. Composto com o computador que vêm na imagem, aparelho único e instável, viagem exploratória pela electrónica acabada de descobrir.
Mais sobre o álbum: http://electro-music.com/forum/topic-1307.html
Apresento-vos o R. Stevie Moore, pioneiro lo-fi com mais de 400 cassettes e cds gravados desde os anos 70. Como a discografia é vasta aconselho o Delicate Tension e o Phonography.
Aqui fica também um tunezinho com sábios conselhos de vida. Espero que gostem!
"the sky produces suns like welfare mothers, no meaning, just one after another"
Linda malha composta por Monte Cazazza e Tana Emmolo-Smith, na qual lêem um excerto do diario da irma da Exene Cervenka, dos X.
A cena e que a irma vem a falecer num acidente de automovel pouco tempo depois de escrever esta entrada, a qual parece ser uma premonição bastante poetica do sucedido.
Os X tambem lhe dedicaram umas quantas de musicas.
Exene: "Afterward, at the Los Angeles airport, friends who had helped me with
M’s luggage, gave me a manila envelope containing the diaries she had
kept while in California. On the plane I was confronted with page after
page of horrific images, carelessly, rapidly scrawled, alluding to car
accidents, blood, and her own impending death. How does one absorb the
concept of precognition into an adamant atheist cosmology?"
Ursula Bogner, "farmacêutica, esposa e mãe" de Dortmund, que longe do olhar público se dedicou a experimentações cósmicas com sintetizadores e câmaras acumuladoras de orgone nos anos 60-70. Numa recente viagem de avião, o músico Jan Jelinek conhece o filho de Ursula, Sebastian Bogner, que lhe fala das composições perdidas da mãe, acabando por lhe mostrar um arquivo até então desconhecido de gravações em fita magnética, que Jan Jelinek decide trazer à luz do dia - editando-as e tocando-as ao vivo, acompanhado pela projecção de imagens de arquivo sobre a misteriosa vida de Ursula Bogner.
Ficção ou realidade? Será que Ursula Bogner existiu realmente?