Ursula Bogner, "farmacêutica, esposa e mãe" de Dortmund, que longe do olhar público se dedicou a experimentações cósmicas com sintetizadores e câmaras acumuladoras de orgone nos anos 60-70. Numa recente viagem de avião, o músico Jan Jelinek conhece o filho de Ursula, Sebastian Bogner, que lhe fala das composições perdidas da mãe, acabando por lhe mostrar um arquivo até então desconhecido de gravações em fita magnética, que Jan Jelinek decide trazer à luz do dia - editando-as e tocando-as ao vivo, acompanhado pela projecção de imagens de arquivo sobre a misteriosa vida de Ursula Bogner.
Ficção ou realidade? Será que Ursula Bogner existiu realmente?
1 comment:
aprendi no canal odisseia que essa cena do orgone é fixe para repelir as más energias, até há uma senhora russa (ou algo assim mais de leste) que vende "orgons" para nos libertar das más vibrações dos aparelhos electrónicos..
e pronto, quando estiveres em Coimbra, comunica mazé :)*
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